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Celebrando o Dia Mundial do Meio Ambiente a Águas Guariroba em parceria com o Instituto Trata Brasil realizou ontem (04) uma live no Instagram um bate-papo abordando o tema Pandemias, Saneamento e Meio Ambiente. O debate contou com a participação do Presidente-Executivo do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos e do engenheiro ambiental, Mestre em Tecnologias Ambientais e gerente de qualidade da Águas Guariroba, Fernando Garayo.

Com o cenário de pandemia mundial do coronavirus, a discussão sobre a estrutura do saneamento básico tornou-se determinante no estudo de fatores que contribuem para o avanço da doença. O estudo do Trata Brasil aponta que cerca de 100 milhões (53,3%) de brasileiros não tem acesso à rede de esgoto e 35 milhões de brasileiros sem água tratada, um dado que agrava e expõe a fragilidade no enfrentamento ao novo coronavirus através de um serviço essencial.

“Temos uma quantidade grande de pessoas sem agua tratada para se higienizar nesse período de pandemia. Percebemos que toda vez em tempo de crise é exigido uma mobilização da população, mas não se vê a mesma ação por parte do Estado. É preciso minimizar o efeito da pandemia e fazer uma reflexão sobre aqueles que não tem acesso a um bem básico”, destacou o presidente do Trata Brasil.

Meio Ambiente e Saneamento em tempos de pandemia. O Engenheiro Ambiental Fernando Garayo (acima) e o presidente executivo do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos durante debate.

“Mas por outro lado o cenário também tem apresentado melhorias, é o que chamamos de ilhas de excelência. Cidades como Santos, Limeira e Campo Grande têm hoje índices de destaque no ranking do saneamento, com números acima da média nacional”, afirma Édison.

Perdas de Água

O Instituto Trata Brasil divulgou nesta quinta-feira (04) o estudo de Perdas de Água 2020, que traz os índices nacionais com dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) de 2018. De acordo com o estudo, a média de perda de água potável no país foi de 38,45%, ou seja, para cada 100 litros de água captada, tratada e potável, 38 litros não chegam de forma oficial a ninguém, se perdem em vazamentos, roubos (“gatos”), fraudes, erros de leitura dos hidrômetros, entre outros problemas.

Em 2018, isto significou perda de 6,5 bilhões de m³, equivalente a 7,1 mil piscinas olímpicas por dia.

Campo Grande manteve a sua primeira colocação como a capital com o menor índice do Brasil. Enquanto a média nacional de perdas de água é de 38%, na Cidade Morena o índice é de 19%, conforme o ranking.

“O saneamento está diretamente ligado a saúde. Temos uma perda enorme e cada litro de agua em tempos de pandemia é importante para o brasileiro. O estudo de perdas de água serve para nos orientar e alertar para a necessidade de que seja levado a sério”, afirma Édison.

Este é o quarto ano consecutivo que Campo Grande está entre os cinco municípios com o menor índice de perdas de água. A Capital conta com um índice de abastecimento considerado universalizado. Já a disponibilidade de rede de esgoto conta com o índice de mais de 80% da cidade, sendo que 100% do que é coletado recebe tratamento adequado antes de voltar para o meio ambiente. Os avanços fazem parte das ações de melhoria realizadas pela Águas Guariroba, empresa da Aegea Saneamento, responsável pelos serviços de captação, produção, tratamento e distribuição de água potável, assim como a coleta, tratamento e disposição final dos esgotos de Campo Grande.

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